O Tear.ia conecta no seu Datadog e no seu GitHub, lê os sinais que já estão lá e devolve a postura de cada serviço em produção: uma força de 0 a 100 por dimensão, com o grau de confiança ao lado e a lista do que move o número primeiro. Onde falta sinal, a leitura diz “não instrumentado”, nunca “reprovado”.
3 serviços do checkout sem SLO de latência. Priorizar observabilidade antes do pico?
O estado real está espalhado em dashboards técnicos, na cabeça de poucas pessoas e em planilhas velhas. Quando o board pergunta, a resposta é um sentimento — não um número comparável entre times e acompanhável no tempo.
A leitura completa de confiabilidade sempre espera a próxima onda de instrumentação, o próximo agente, o próximo checklist. Enquanto o projeto não termina, a pergunta fica sem resposta.
Ferramentas geram centenas de findings sem dizer qual deles realmente muda o risco. O backlog de confiabilidade cresce mais rápido do que o time consegue drenar.
A postura não é métrica de vaidade: cada dimensão tem tradução direta em risco, dinheiro, auditoria e velocidade de entrega.
CTO · Head of Engineering
A postura sobe quando o risco real cai. Cada dimensão — resiliência, elasticidade, prontidão — é lida do comportamento observado, não de um checklist preenchido à mão.
CFO · Finanças
Estimativa de custo por serviço ligada por padrão: preço público de GCP, AWS e Azure cruzado com o uso que o Datadog já observa. Rightsizing sem billing export e sem configuração.
CEO · Board · Auditoria
A postura da produção em um número com trilha: cada leitura carrega evidência, fonte e data. Toda mudança automatizada vira Pull Request revisável.
VP Eng · Produto
A ARIA transforma a postura numa fila de movimentos priorizados e abre o PR de cada um. O time gasta sprint em produto, não em toil de infraestrutura.
O Hub agrega por produto, squad e serviço, com o dono vindo do Service Definition do Datadog — e um aviso claro quando falta. Confiabilidade mostra onde dói mais. Filas lê a saúde da mensageria. SLOs vira postura de objetivos. Custos estima o gasto.
Sem monitor de disponibilidade no Datadog e sem SLO de latência. Observabilidade está em sem sinal — instrumentar destrava a leitura das outras dimensões.
A ARIA pega a postura e devolve uma fila de movimentos ordenada por impacto. Explica o que regrediu e por quê, cruzando Datadog e GitHub. E abre o Pull Request de cada correção — unitário, sempre com aprovação humana.
“A postura de checkout-api caiu de 78 para 61 na última semana. O deploy de quinta removeu o readinessProbedo gateway e a prontidão despencou. Proponho restaurar o probe — PR pronto para revisar.”
22 spec:
23 containers:
24 - name: gateway
25 image: auth-gw:v2.1
+ 26 readinessProbe:
+ 27 httpGet:
+ 28 path: /healthz/ready
+ 29 port: 8080
+ 30 initialDelaySeconds: 5
+ 31 periodSeconds: 10
32 resources:
33 limits:Nada de caixa-preta: cada número abaixo é uma propriedade verificável do produto.
dimensões: elasticidade, resiliência, prontidão, velocidade, exposição e observabilidade
cada dimensão traz o número e o quanto dá para confiar nele
de instrumentação nova — a leitura sai do Datadog e do GitHub que você já usa
sinal ausente vira "não instrumentado", nunca "reprovado"
por movimento, unitário e com aprovação humana obrigatória
estimativa de custo multi-cloud ligada por padrão
Estamos selecionando as primeiras empresas para moldar o produto junto com a gente: acesso antecipado, roadmap conjunto e onboarding assistido pelo time fundador.
A ARIA propõe, a pessoa aprova. Todo PR é unitário e explícito — nada muda em produção sem revisão.
Toda dimensão vem com evidência, fonte e nível de confiança. Sem sinal suficiente, a ARIA diz isso — não inventa um número.
Conecta no Datadog e no GitHub que você já usa. Sem agente no cluster, sem kubeconfig, sem sidecar.
Em uma demo de 30 minutos, conectamos seus sinais e mostramos a leitura dos seus próprios serviços — com o primeiro movimento já priorizado.
Integração em minutos. Sem privilégio de cluster.